segunda-feira, 13 de julho de 2015

O que é Climatização a Gás Natural?

Sistemas tradicionais de climatização utilizam motores movidos à energia elétrica para comprimir o fluido refrigerante, fazendo com que o ciclo de refrigeração aconteça.
Climatização a Gás Natural utiliza motor a combustão a gás natural para girar os compressores e comprimir o fluido de refrigeração, e foram desenvolvidos para gerar grande eficiência na conversão de energia.


Fonte: Catálogo Climatização a Gás Natural Panasonic

As Soluções em Climatização a Gás Natural incluem tanto sistemas de expansão direta, conhecidos como VRF (Variable Refrigerante Flow), quanto sistemas de expansão indireta, conhecidos como água gelada ou chiller.

O número de empreendimentos que contam com climatização a gás natural tem crescido consideravelmente no Brasil. Esta demanda tem feito com que o gás natural seja reconhecido por especialistas do setor como a fonte de energia mais eficaz para atender grandes áreas úteis.

O Japão, por exemplo, preocupado com as altas demandas de energia elétrica, iniciou na década de 80 um programa de incentivo às empresas de climatização, para que desenvolvessem equipamentos que reduzissem a demanda de energia elétrica. Nesse período, a Sanyo desenvolveu e patenteou equipamentos de climatização a gás natural, o que deu inicio aos primeiros equipamentos denominados GHP (Gas Heat Pump), que são que sistemas acionados por motor a combustão a gás natural. Em virtude do sucesso desta tecnologia na Ásia, Sanyo trouxe esta tecnologia ao Brasil, sendo a primeira fabricante a oferecer esta tecnologia aos brasileiros.

Atualmente, a Sanyo foi incorporada pela Panasonic, que tem uma visão estratégica desta tecnologia para o mercado brasileiro, principalmente devido o cenário atual de seca e escassez elétrica e de aumento das tarifas de energia elétrica.

Principais Benefícios
  • Menor Custo Operacional: quando o consumo de sistemas de climatização a gás natural é comparado com o consumo de sistemas a energia elétrica, é possível quantificar uma redução de 30% a 40%.
  • Menor Consumo de Energia Elétrica: Sistemas à Gás Natural reduzem em 90% o consumo de energia elétrica, quando comparado com sistemas movidos inteiramente por energia elétrica.
  • Reaproveitamento Térmico: O sistema permite utilizar o calor produzido nas condensadoras para aquecer água para uso em chuveiros, lavanderia, e outros.
Através de um Estudo de Viabilidade, desenvolvido por nós para cada estabelecimento e projeto, é possível avaliar todos os benefícios promovidos pelos sistemas de Climatização a Gás Natural da Panasonic.

Entre em contato para saber mais.

Informações sobre Gás Natural: http://www.copergas.com.br/produtos/#.VjuWJLerRdg

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Soluções em Hospitalidade Panasonic na Feira Hospitalar 2015

Demonstramos nossas soluções para centenas de pessoas ao longo dos 4 dias da Feira Hospitalar 2015, de estudantes a diretores dos mais renomados hospitais do Brasil, em parceria com a L+M Gets e o Hospital Contemporâneo. Veja abaixo alguns destaques da feira.

No primeiro dia tivemos o lançamento das Soluções Panasonic para Hospitais, que atraiu a atenção de muitos visitantes da feira, e também de diversos veículos de imprensa.

Nossas Soluções foram exibidas ao vivo na TV em horário nobre, e já no primeiro dia foi considerada uma das grandes novidades em tecnologia da Hospitalar 2015.


A TV BandNews também foi conferir as novidades da Hospitalar 2015 e entrevistou o Fernando Guerra, Gerente Geral da Panasonic.


As Soluções Apresentadas

Canal Interno. Para a maioria dos hospitais é um grande desafio incorporar a tecnologia de canal interno (canal corporativo), uma vez que, até então, as empresas e tecnologias existentes no mercado não satisfaziam as necessidades, ou exigiam grande infraestrutura de rede, o que tornava o projeto financeiramente inviável. A Panasonic desenvolveu uma solução para tornar o canal corporativo possível. Nosso sistema transmite canais internos utilizando a infraestrutura existente de cabos coaxiais, reduzindo os custos de implantação.

TV Interativa. Através da interatividade proporcionada pelo sistema de TV digital, desenvolvemos um pacote de Serviços de Quarto, com o objetivo de criar um canal bidirecional entre Paciente e cada área de atendimento ao paciente, como Nutrição, Hotelaria, Manutenção, Estacionamento e muito mais. Assim, o paciente ou acompanhante consegue solicitar, diretamente pela TV do quarto de internação, itens como travesseiros e cobertor diretamente a área de atendimento, aumentando a eficiência no atendimento e reduzindo os pedidos à equipe de enfermagem.

Vídeo Conferência. De maneira integrada à TV, o paciente tem acesso à ferramenta de vídeo chamada, facilitando visitas virtuais de familiares, médicos e colaboradores.

Smart Room. Acreditamos que integrar o controle de todo quarto em uma única plataforma tornará o paciente muito mais independente. Com os controles de iluminação, persiana, TV, temperatura do quarto, chamada de enfermagem, vídeo conferência, e outros, através do tablet ou smartphone o atendimento ao paciente é muito mais eficiente.

Comunicação Digital. Utilizando o conceito de Digital Signage, este tipo de comunicação mostra-se muito mais atraente, moderna e eficiente, principalmente quando comparada a banners e panfletos, além de proporcionar maior controle sobre o conteúdo, de maneira mais rápida, e sem gerar resíduos.


Algumas das frases mais ouvidas durante os 4 dias da feira:

“Certamente a Solução da Panasonic é o que há de mais interessante na Feira este ano.”

“Realmente levar todo o controle do quarto para as mãos do paciente torna-o muito mais independente.”

“Impressionante!”

Assista ao vídeo que fizemos durante a Feira Hospitalar 2015.

Estou à disposição para levar até você essas e outras soluções da Panasonic para Hospitais.

Entre em contato para saber mais.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Soluções para um Mundo Melhor em 2015

Vivemos em um mundo cada vez mais tecnológico, e com recursos naturais finitos. Empresas comprometidas com o meio ambiente e com o desenvolvimento da sociedade, como é a Panasonic, estão desenvolvendo tecnologias que buscam máxima eficiência energética, com alta performance e baixo consumo de energia.

O vídeo abaixo mostra como pessoas apaixonadas por tecnologia podem fazer um mundo melhor.


Promova você também essa ideia, entre em contato comigo para saber mais.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Ministério da Saúde e Anvisa lançam ações para segurança do paciente

Muito importante pensarmos que nossos esforços diários tem como principal objetivo a segurança do paciente, seja executando um ensaio de segurança elétrica, ou na manutenção preventiva de equipamentos médicos, ou em qualquer outra atividade em que a qualidade do uso das tecnologias médicas estejam sempre norteando nossas tomadas de decisão.

Segue matéria publicada hoje (1º de abril de 2013) no site da ANVISA, mostrando que este assunto também está no seio dos órgãos de regulamentação e fiscalização das atividades dos estabelecimentos assistenciais de saúde.

Em breve publicarei os documentos que sairão para consulta pública.

Link para matéria: Ministério da Saúde e Anvisa lançam ações para segurança do paciente:

'via Blog this'

sábado, 9 de março de 2013

Cirurgia do Futuro

Realmente incrível como a interação entre tecnologias médicas pode criar uma nova tecnologia totalmente surpreendente.

Este vídeo trata do uso das tecnologias de ultrassom e ressonância magnética, para realizar cirurgias não-invasivas, ou seja, a cirurgia minimamente invasiva já tem um grande substituto.




quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Conhecendo a RDC nº50/2002 ANVISA - Parte I

A RDC (Resolução de Diretoria Colegiada) nº 50, de 21 de fevereiro de 2002 foi criada para atualizar as normas existentes quanto a infra-estrutura física de estabelecimentos assistenciais de saúde (EAS), ou seja, é uma norma que busca definir as etapas de elaboração de projetos; dimensões dos ambientes; organização funcional; critérios para circulação interna e externa; condições de conforto; controle de infecção; instalações prediais; segurança contra incêndio.


Quem deve conhecer esta norma? Todos os envolvidos com a infra-estrutura do EAS, ou seja, além dos setores de manutenção e infra-estrutura, setores de compras, qualidade hospitalar, gestores e administradores hospitalares, fiscais de contrato, e participantes de estudos preliminares para reforma, ampliação e construção de EAS.

Há ainda a RDC nº 307, de 14/11/2002 que atualiza a RDC nº 50 e também deve ser consultada.

Vou resumir neste post os principais pontos da norma. Recomendo a leitura de ambas RDCs que estão disponíveis através do link baixo:
PROJETO DE ESTABELECIMENTOS ASSISTENCIAIS DE SAÚDE
1- Elaboração de projetos físicos

Este capítulo descreve muito bem como devem ser as etapas de um projeto, seja ele de reforma, ampliação ou mesmo de nova construção de EAS.

Um projeto precisa ter as seguintes etapas:

1. Estudo preliminar

Neste primeiro momento, uma equipe multidiciplinar deve elaborar as necessidades do projeto, como o número de pavimentos, objetivo de cada espaço, atividades e equipamentos.

Um bom exemplo é a reforma do sistema de ar-comprimido medicinal: Pode-se começar por um relatório apontando as deficiências do sistema e sugerindo melhorias, baseado nas normas vigentes, e/ou prever uma ampliação do fornecimento para novos pontos de consumo a serem criados. Começa-se então a estudar as possíveis reformas do sistema: instalações elétricas, hidráulicas, arquitetura e normas específicas.

É recomendada a contratação de profissional qualificado ou escritório de engenharia e arquitetura especializados para elaboração de o estudo preliminar.

2. Projeto Básico

Nesta etapa serão apresentadas plantas baixas, com propostas como local de quadros elétricos, tubulações hidráulicas, fachadas, entre outros. Todas as informações deverão passar pela avaliação da equipe de projeto do EAS, para que sejam feitas as alterações necessárias.

3. Projeto Executivo

Agora temos o projeto necessário para iniciar a obra, com todos os elementos bem detalhados, de modo que não restem dúvidas para a construtora que executará a obra.

Muito importante neste ponto é executar a revisão do projeto antes do início da obra, pode ser necessário contratar uma empresa ou profissional para auxiliar, caso o EAS não conte com profissional com a experiência necessária.

Espera-se que na revisão sejam observados minuciosamente os todos os elementos do projeto, desde o tipo de cimento ou estaca da fundação, até o tipo da tinta ou revestimento de piso.

4. Responsabilidades

Nos projetos deverão constar os números de registro dos profissionais envolvidos tanto na elaboração dos projetos, como também na execução do projeto, no respectivo CREA. Na entrega dos projetos, deverão ser entregues as ARTs (Anotação de Responsabilidade Técnica), documento que dá ciência ao respectivo CREA da existência do projeto.

O projeto também deverá ser enviado para aprovação nos órgãos de fiscalização, como Prefeitura Municipal, Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária, e demais entidades específicas para cada projeto.

Atualizado em 26 de setembro de 2015.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Segurança Elétrica - Sobrecarga - Parte 2

Quem é que nunca encheu uma régua como essa com vários aparelhos ligados ao mesmo tempo?
Essa é uma prática muito comum, principalmente quando o cômodo não foi projetado para receber vários aparelhos, e então começam a aparecer os problemas da sobrecarga.

Primeiramente, se a régua de tomadas tem um fusível (e não fuzil) de proteção, ele vai queimar assim que os aparelhos solicitarem mais energia do que é possível passar pela régua. E aí vem o primeiro erro: Colocar um fusível de maior capacidade (corrente elétrica).

Cada régua de tomadas é fabricada para suportar uma quantidade de corrente elétrica. Se a régua é fabricada para suportar 5A, e é colocado um fusível de 8A, por exemplo, sempre que os 5A forem ultrapassados, os componentes da régua começarão a se danificar, podendo danificar os aparelhos conectados a ela, e até mesmo gerar um princípio de incêndio.

Por isso é importante conhecer os aparelhos que serão ligados a uma mesma régua, somando as correntes elétricas de cada um. Por exemplo, tendo uma régua de 5A, quero ligar um ventilador, uma televisão, um carregador de celular, um carregador de notebook e uma impressora laser. Então procuro as informações de cada aparelho, e vejo o seguinte:

Equipamento Tensão Corrente Potência
Ventilador 127V    ? 120W
Televisão 170W 127V    ? 170W
Carregador de celular 127V 0,15A    ?
Carregador de notebook 127V 1,5A    ?
Impressora Laser (em espera) 127V    ? 80W
Impressora Laser (imprimindo) 127V    ? 460W

E aí? Conseguiu avaliar se a régua vai aguentar todos os equipamentos?

Infelizmente, as informações elétricas dos equipamentos não são padronizadas, como se vê acima. Enquanto não há essa padronização, vamos lembrar uma relação de grandezas elétricas:

Potência = Tensão x Corrente
ou
P=VxI

e para descobrirmos a corrente elétrica utilizada por esses equipamentos, basta dividirmos a potência pela tensão:

I=P/V

Assim teremos:

Equipamento Tensão Corrente Potência
Ventilador 127V 0,95A 120W
Televisão 170W 127V 1,34A 170W
Carregador de celular 127V 0,15A 19W
Carregador de notebook 127V 1,5A 190W
Impressora Laser (em espera) 127V 0,63A 80W
Impressora Laser (imprimindo) 127V 3,62A 460W
Veja que a impressora tem consumo de energia baixo quando está em espera (0,63A), e quase 6 vezes maior quando está imprimindo.

A soma desses equipamentos ligados será: 
0,95 +
01,34 +
0,15 +
1,5 +
0,63 (impressora em espera)
4,5A. Ok, a régua suporta 5A e a soma deu 4,5A, perfeito. Mas e se a impressora estiver imprimindo?

0,95 +
01,34 +
0,15 +
1,5 +
3,62 (impressora imprimindo)
7,5A. Ué, queimou o fusível da régua!

Dúvidas, sugestões e críticas são bem-vindas nos comentários.